Anatel adia mais uma vez decisão sobre compra da TVA pela Telefônica

Setembro 24, 2009

Presidente da agência havia pedido vista e solicitou prazo maior.
Processo está em análise na Anatel desde julho de 2007.

Da Agência Estado


Um dia depois de afirmar que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai fixar um prazo máximo para analisar os atos de concentração do setor, o presidente da agência, Ronaldo Sardenberg, adiou mais uma vez a votação do processo de compra da operadora de televisão por assinatura TVA pela Telefônica.

O presidente havia pedido vista do processo na semana passada e nesta quinta-feira (24) solicitou mais 40 dias para analisar o ato de concentração, que está na Anatel desde julho de 2007.

A tramitação do ato de concentração da TVA/Telefônica é uma das mais longas na Anatel. A demora da agência vem sendo criticada pelo presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Arthur Badin. Essa cobrança se deve ao fato de que o Cade só pode iniciar seu julgamento sobre os atos de concentração do setor de telecomunicações depois que o processo for instruído pela Anatel.

Ontem, Badin e Sardenberg anunciaram um acordo que prevê a fixação de prazos para acelerar a análise desses processos. Por outro lado, a Anatel continuaria a ter a atribuição de instruir esses atos. A ideia inicial defendida por Badin, e prevista no projeto de lei que reestrutura o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência, era de transferir essa atribuição para o novo Cade.

Outro exemplo de demora é o ato de concentração da compra da Brasil Telecom pela Oi. A operação, sob o ponto de vista regulatório, foi aprovada em dezembro do ano passado, um mês depois de a Anatel ter recebido o pedido das duas empresas. Mas a análise dos aspectos concorrenciais já dura nove meses.

A conselheira da Anatel Emília Ribeiro já antecipou seu voto, que será pela aprovação da compra da TVA, sem restrições. Para que o parecer de Emília seja aprovado, é necessário o voto favorável de outros dois conselheiros, de um total de cinco dirigentes da Anatel. A agência já aprovou a operação do ponto de vista regulatório em julho de 2007.

O negócio com a TVA envolve a operação dos serviços em cinco Estados e prevê a compra da totalidade das ações das operadoras de TV por assinatura via micro-ondas terrestres (MMDS) em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba e a aquisição de 49% das empresas de TV a cabo em Curitiba, Florianópolis e Foz no Iguaçu. Também está no negócio 19,9% da Comercial Cabo, operadora de TV a cabo em São Paulo.

Ferramenta para medir retorno de anúnicos em redes sociais

Setembro 22, 2009

O BrandLift,  ferramenta desenvolvida entre o Facebook e a Nielsen, mede o retorno de anúncios publicitários nas redes sociais.

A parceria entre as empresas para lançar a nova ferramenta foi anunciada na última segunda-feira (21/9), em comunicado feito em Palo Alto, California.

Ainda com poucos detalhes divulgados, o BrandLift promete medir os sentimentos do público em relação aos anúncios, como a lembrança da propaganda, a associação da mensagem , da marca e o retorno em compras.

A falta de medição confiável de retorno publicitário cria dúvida em muitas empresas na hora de investir em redes sociais.  De início, a ferramenta será utilizada apenas no Facebook ,mas aos poucos o produto será expandido para outros sites, conforme afirma o presidente da Nielsen Online John Burbank.

Com informações do IDG Now!

Redação Adnews

Agência cria outdoor wi-fi

Setembro 21, 2009

21/09/09
A agência digital gaúcha W3haus instalou em Porto Alegre um outdoor wi-fi. As pessoas que estiverem a um raio de até 50 metros da peça publicitária poderão navegar na internet gratuitamente através de seus computadores ou celulares.

O outdoor tem como objetivo divulgar a marca da agência por meio de uma peça publicitária tradicional “com conteúdo”.

A W3haus foi fundada no ano 2000 e, além da sede em Porto Alegre, possui escritórios em São Paulo e Londres. Entre seus clientes estão Lojas Renner, Petrobras, Grendene, Turner, Tramontina, Dell Anno e Grêmio.

Informações IDG Now

Redação Adnews

Brasil tem mais de 164 milhões de celulares ativos

Setembro 20, 2009

O Brasil encerrou o mês de agosto com 164,5 milhões de celulares ativos. Os dados são de relatório mensal da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Esse número já está somado com as 2,6 milhões de linhas adicionadas no mês passado à base de telefonia móvel.

Do total de celulares, 135.026.334 (82,06%) são pré-pagos, e 29.512.683 (17,94%), pós-pagos. Com o balanço de agosto, o Brasil atingiu densidade de 85,91 linhas móveis para cada 100 habitantes.

Participação das operadoras

Da base total de celulares, a Vivo é a primeira do ranking com 48,3 milhões de usuários e participação de 29,38%. A vice é a Claro com 41,8 milhões de clientes e fatia de 25,45% do mercado, seguida da TIM que tem 39,2 milhões de assinantes e market-share de 23,83%.

Fonte: W/News

LEITURA – BI

Setembro 19, 2009

Pessoal, me desculpem, muita correria. Só consegui preparar e revisar o texto para leitura agora.

Por favor, o documento é pequeno e pode ser lido até terça-feira. Até!

LINK AQUI!!!!

Ajudem Ellen

Setembro 18, 2009

Exercício da aula do dia 17 de setembro. Ajudando a Ellen a arrumar a conference call. Poor Ellen.

Baixe, IMPRIMA e faça a mão! Quero dar uma olhada… Na verdade o melhor seria copiar TUDINHO e preencher os verbos… Vocês precisam treinar.

Aula 11.SCM-fechando?

Setembro 16, 2009

Ai ai ai!! Bem vindos à aula de giz-commerce! É bizarro uma aula de comércio eletrônico ser dada em sala de lousa e giz!!!! Pronto, desabafo feito. Mas entendo as dificuldade estruturais, não só da Uniban. De todas as “unis” de São Paulo. Tenho certeza que minha coordenadora faz o que pode (lembrem-se que na aula de terça ela deslocou uma turma inteira e o professor Francisco). Enfim… chega de reclamar.

Havia preparado um PPS bacana, com uns pontos interessantes a discutir. Ia passar na lousa, escrevendo mesmo, quando vi que a sala seria essa. Mas essa aula CURTA me fez mudar de idéia. O exercício que fizemos com o Sr. Fabrício seria feito DEPOIS, em outra aula. Mas valeu. Lembrem-se, temos TRÊS tipos de fornecedores de insumo (não confundir com suprimento, lembram? A definição do pessoal de Economia é confusa.):

- Aquele que fornece a “matéria-prima” (bruta ou processada; prima é prima, mas às vezes usamos esse termo dentro de um critério razoável. Exemplo: a matéria prima para o nosso querido “cara do cachorro quente”. Ele quer colocar milho, ervilha, vinagrete… matéria-prima pra ele é o milho cozido, sem “barba”. Ele não usa a ESPIGA. Insumo é isso, o milho cozido – vai no cachorro quente, mas não É o cachorro quente. O carrinho de cachorro quente, é insumo? Não. É suprimento!! Portanto, o conceito de matéria-prima deve ser adaptado dentro de uma escala razoável)… continuando: a matéria-prima, ou seja, algo que entrará na composição do produto final (novamente o cara do cachorro-quente: ele não é vendedor de milho – dúvidas?).

- Aquele que fornece algo “pré-processado”; ou mesmo o produto pronto. Mas que não comercializa para o próximo parceiro (ou para o consumidor final). No exemplo do Fabrício, o medicamento é feito todinho, todinho, na Suíça, lembram? A empresa brasileira importa, e aqui no país eles embalam, incluem bula e adequam todos os textos ao nosso idioma e às leis locais. A empresa no Brasil, é o fabricante? Não; é responsável.

- Aquele que fornece algo vital para o produto final, mas que, de tão complexo, deve ser separado do item anterior. Por exemplo, as indústrias automobilísticas (as montadoras). Os fornecedores de espelhos, vidros (Metagal, Saint-Gobain…) por essa divisão, não pertencem ao mesmo grupo daqueles que fornecem motores para as montadoras, por exemplo. A complexidade de um motor (número de fornecedores, número de peças, responsabilidade e impacto no produto final) é maior do que aquela encontrada em frisos, revestimentos, lanternas, etc…

Essa divisão, assim como outras nomenclaturas didáticas, é contestada por alguns especialistas, e, na minha humilde opinião, realmente não pode ser aplicada para todos os casos. O que nos interessa é PENSAR na infinidade de etapas e organismos que compõem a cadeia de suprimentos. O gerenciamento da cadeia pode ser otimizado com a implantação de processos e critérios de SCM e sim, com software. E é isso que veremos logo mais. Abaixo, uma figura que ajuda a representar o que vimos ontem. Na próxima aula darei uma passada rápida nos conceitos e vamos de cabeça na pesquisa de vocês. Em tempo, nosso juristas dividem os fornecedores em três categorias diferentes. Chama de produtor. Produtor aparente, real e presumido. Quem se interessar, converse com algum professor dessa área lá na faculdade.

Cadeia de suprimento - níveis. Exemplo.

Cadeia de suprimento - níveis. Exemplo.

Aula 10.Redação sobre Telefonica.

Setembro 16, 2009

Exercício proposto na lousa. Baseado nas aulas anteriores e na leitura sugerida do Kotler. Surpreendente adesão. Quero corrigir logo.

Pra quem quiser treinar os conhecimentos, aqui está o que era pra fazer.

Aula do dia 15 de setembro

Setembro 16, 2009

Data: warehouse, mining e business intelligence.

Kotler, página 130, 281, 668, 669, 670-674. Tem que ler? Tem, claro.

Aula 9.A (não)leitura do Kotler

Setembro 16, 2009

Pedi leitura de trechos do Kotler. Ninguém leu. Não é modo de dizer. Ninguém leu. Perguntei. 3 ou 4 pessoas disseram ter “dado uma olhada”.

Business Intelligence, Data Mining e Data Warehouse.
Definições aqui. Assim como as referências ao livro do Kotler; estudem.


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